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Resumo da segunda metade da 31ª Rodada

Corinthians 1 x 0 Palmeiras : No primeiro tempo Tite pedia toda hora que a bola passasse pelo seu armador, o único que tentava algo de diferente. E foi dele, que faz questão de dizer que não é goleador, o gol do Timão na etapa inicial. Aos 22 minutos, o camisa 10 recebeu de Roberto Carlos e chutou. A bola desviou em Marcos Assunção e entrou: 1 a 0.Mas e o Palmeiras, o que fez no primeiro tempo ? O Verdão, na verdade, sofreu com a falta de criatividade.No segundo tempo o jogo continuou o mesmo com chances de gols pro lado do Corinthians e o verdão sofria com a falta de criatividade , os únicos lances de perigo do verdão foi numa cobrança de falta feita pelo Marcos Assumção e foi só

Ceara 2 x 0 São Paulo : O Tricolor só teve um grande momento na etapa inicial, quando Ricardo Oliveira balançou a rede, mas o bandeira apontou impedimento, em um lance muito difícil de avaliar. O Vozão criou várias oportunidades, dando muito trabalho para Rogério Ceni, que logo passou a ser ovacionado como o "melhor goleiro do Brasil". Mas o camisa 1 não conseguiu segurar uma cabeçada de Magno Alves, aos 20 minutos: 1 a 0 para o Ceará. Ceni reclamou muito, dizendo que a bola saiu do campo antes do cruzamento de Vicente, mas não teve êxito. O gol foi legal, e a torcida do Alvinegro, maioria no Castelão, fez festa.Mas o que o técnico são-paulino não imaginava era que o zagueiro Diego Sacoman iria acertar um lindo chute de longe, indefensável para Ceni. A bomba foi no ângulo direito do goleiro e fez a torcida celebrar: 2 a 0. Sacoman ajoelhou no campo, incrédulo, enquanto era abraçado pelos companheiros.O segundo tempo parecia uma reprise do primeiro. Apesar de o São Paulo até ter tentado uma ou outra jogada de ataque, o Ceará continuava pressionando e criando as melhores oportunidades, baseado na velocidade. Mais cansado, o adversário tentava seguir o ritmo do anfitrião. Diego Sacoman quase fez o segundo dele ao cabecear a bola para o chão, mas desta vez Ceni ficou com ela. O chute de Fernandão, isolando a bola na direção da torcida cearense, era o retrato do que o time paulista havia criado até o momento . A tarde se encerrou com festa para os donos da casa, em busca da vaga na Sul-Americana, e gritos de olé.

Atl. - PR 2 x2 Fluminense : Mesmo fora de casa, o Tricolor suportou bem a pressão do “caldeirão” da Baixada e foi quem mais permaneceu no campo ofensivo. Faltava, porém, qualidade para Washington e Rodriguinho, que não conseguiam finalizar na direção do gol. Apoiado pelo torcedor, o Furacão se mandou de forma objetiva para o ataque somente nos 20 minutos finais, apostando na velocidade de Guerrón e Branquinho. Nada muito eficiente e que resultou em apenas uma boa oportunidade desperdiçada pelo equatoriano.Sonolento, o Fluminense passou a dar espaços na defesa, principalmente pelo lado direito. Foi por ali que Paulinho levou perigo em jogadas de linha de fundo e Branquinho conquistou o escanteio que tirou o primeiro zero do placar, aos 15. Após cobrança fechada de Paulo Baier, Marquinho afastou o perigo, mas a bola voltou para os pés do meia, que levantou mais uma vez na área. A bola voou e encontrou a cabeça de Washington, maior artilheiro da história do Brasileirão com 34 gols, em 2004, com a camisa do Furacão. O desvio mandou contra o patrimônio: 1 a 0 no placar e gritos irônicos dos torcedores paranaenses para o ex-artilheiro.Para piorar, o Fluminense aumentou sua lista de lesionados e perdeu Diogo, com uma torção no joelho. Mas foi exatamente com tudo contra que os cariocas mostraram força e conseguiram o empatar, aos 24, quando Diguinho tentou passe para Rodriguinho e a bola sobrou limpa para Marquinho. Com a perna direita (que não é a boa), o apoiador acertou um chutaço no canto esquerdo de Neto.A igualdade fez com que a partida voltasse ao ritmo morno do início, com toques para o lado e pouca objetividade. Até que, aos 38, Wagner Diniz avançou pela direita e cruzou rasteiro para Nieto. O argentino se enrolou todo, mas a bola voltou para os pés do lateral, que estufou as redes de Ricardo Berna: 2 a 1 e mais gritos enlouquecidos na Arena.O Flu, por sua vez, não desistiu e foi buscar a igualdade mais uma vez quatro minutos depois. Em jogada rápida, Tartá, dispensado pelo Furacão no início do Brasileirão, aproveitou descuido da defesa, invadiu a área e recebeu uma trombada do paraguaio Ivan Gonzalez. Pênalti assinalado corretamente, mas que revoltou o torcedor, que trocou o “uh, caldeirão” por “vergonha” , e deu numeros finais ao jogo : 2 x 2

Goiás 1 x 0 Avaí : Quando o primeiro tempo já caminhava para o fim, o Goiás encontrou seu gol. Aos 42, após cruzamento da direita, Marcos se enroscou com Bernardo dentro da área e a arbitragem marcou pênalti. O próprio Bernardo bateu firme e pôs o Verdão do Cerrado em vantagem . No segundo tempo o jogo continuou o mesmo mas ninguém balançou as redes e acabou assim 1 x 0 .

Vasco 1 x 1 Flamengo : Quando a bola começou a rolar, a rivalidade estava de volta. O Vasco entrou mais quente e mereceu a vantagem de 1 a 0 que fez na primeira etapa. Com a marcação adiantada, a pressão no meio-campo era maior. O Flamengo sentiu o baque na saída de bola. A defesa errava passes. Felipe, bem recuado, procurava ditar o ritmo na distribuição do jogo. E o melhor caminho era por Fágner, na direita. Aos 26 minutos, Maldonado errou a saída de bola. O Vasco a roubou. Nunes, escolhido para começar no lugar de Fellipe Bastos, com virose, tocou para Zé Roberto, esse sim, recuado como meia para ajudar Felipe na armação. O camisa 10 arrancou pela direita e centrou para a área. Welinton, que vinha na corrida, chegou tentando cortar a bola e a mandou em cima de Juan. A bola foi contra o próprio gol, no travessão, e voltou na medida para Cesinha tocar para as redes: Vasco 1 a 0. No segundo tempo aos 19 minutos, num jogo até então sem cartões amarelos, um lance que gerou discussão: Willians e Dedé entraram duro numa dividida. Só que o zagueiro do Vasco entrou de sola e acertou o tornozelo do camisa 8. O árbitro Gutemberg de Paula Fonseca aplicou-lhe o cartão vermelho. O time do Vasco, além do técnico PC Gusmão, reclamou muito da marcação.Logo em seguida, o treinador vascaíno trocou Zé Roberto, que vinha bem, por Jadson. Com um jogador a mais, o Flamengo se lançou ao ataque e quase empatou numa jogada individual de Diego Maurício, pela direita. O camisa 49 arrancou e bateu cruzado, para grande defesa de Fernando Prass.O Flamego chegou ao empate aos 35 minutos. Em jogada pela esquerda, Marquinhos centrou para Renato Abreu tocar de cabeça, de costas para o gol, à esquerda de Fernando Prass, sem defesa.

Cruzeiro 3 x 4 Atl. - MG : O gol não demorou a sair. Aos 6 minutos, Leandro chegou pela esquerda e fez um ótimo cruzamento. Obina subiu mais que o zagueiro Cláudio Caçapa e cabeceou de forma certeira, sem chances para Fábio. A bola ainda bateu no travessão, antes de balançar as redes do Cruzeiro.Com o gol, vários torcedores do Atlético-MG, que até então estavam discretos no meio dos cruzeirenses, não resistiram e vibraram bastante. A Polícia Militar, como prometido, retirou várias pessoas do estádio.E o Cruzeiro saiu para o jogo, mesmo assustado com o passeio imposto pelo Galo. Montillo teve chances, assim como Farías, mas a defesa atleticana evitou o empate. O Galo dava mostras de que o jogo estava dominado. E um jogador em especial estava iluminado: Obina.Em mais um ataque de velocidade do Atlético-MG, o atacante fez mais um. O lateral-direito Rafael Cruz, aos 23 minutos, foi até a linha de fundo e cruzou na pequena área. A bola passou por Edcarlos e Cláudio Caçapa e chegou aos pés de Obina, que fez o segundo: 2 a 0. Na sequência, o Cruzeiro teve a grande chance de diminuir o placar. Após escanteio cobrado por Montillo, Edcarlos foi empurrado por Werley dentro da área. O árbitro Sandro Meira Ricci não teve dúvidas e marcou o pênalti. Na cobrança, Montillo deu uma cavadinha, mas exagerou e tocou por cima da trave, pela linha de fundo. Aos 30 minutos, Diego Souza tocou para Serginho, que cruzou para a área. Obina, mais uma vez em excelente condição, abriu grande vantagem no placar: 3 a 0. Thiago Ribeiro conseguiu chegar à linha de fundo, pela direita, e fez ótimo cruzamento para trás. Gilberto, aos 37 minutos, no primeiro toque na bola, pegou de primeira e mandou a bola no ângulo esquerdo de Renan Ribeiro: 3 a 1. No segundo tempo o Galo estava impossível. Em um lance isolado, o time arranjou um escanteio pela esquerda. O volante Serginho, aos 21 minutos, fez a cobrança, e Réver subiu mais que os zagueiros e fez o quarto. Assim como no primeiro gol, a bola chegou a tocar na trave, antes de balançar as redes de Fábio: 4 a 1.Mas o Cruzeiro diminuiu o placar, aos 31 minutos. Pela direita, Pablo cruzou na área, e Farías cabeceou firme, para grande defesa de Renan Ribeiro. Porém, no rebote, Thiago Ribeiro, de cabeça, marcou o segundo. No minuto seguinte, novamente Thiago Ribeiro, após tabela com Montillo, bateu firme, sem chance para o goleiro atleticano: 4 a 3.

Grêmio 2 x 2 Inter : André Lima usou estas mesmas chuteiras celestes apenas para impulsionar o corpo. De cabeça ele completou cobrança de falta do meia Douglas, aos 36, antecipando-se a Renan: Grêmio 1 a 0.No segundo tempo quando Victor não achou a bola, Fábio Rochemback usou as mãos. Tentando reprisar o uruguaio Suárez na Copa do Mundo, na partida contra Gana, o volante do Grêmio defendeu cabeçada de Índio. A diferença é que não era o último lance da partida. E, para piorar, o pênalti entrou. Aos 20m, na cobrança, Alecsandro bateu forte, e empatou. E o Grêmio passava a ter um a menos.No entanto, houve pouco tempo para a comemoração dos 2,8 mil colorados que foram ao Estádio Olímpico. Quatro minutos depois, os cânticos do lado vermelho da arquibancada foram abafados pela euforia dos mais de 40 mil tricolores: Fábio Santos tabelou com André Lima, invadiu a área, e torpedeou Renan, fazendo 2 a 1 para o Grêmio.Esta mesma torcida do Inter voltaria a comemorar e fazer festa. D'Alessandro, jogador que adora clássicos, que sente prazer em sobrepujar o Grêmio, justificou a fama de 'Homem Gre-Nal'. Aos 38 ele recebeu fora da área, teve tempo para girar, e metralhar de canhota. A bola passou por Victor, entrou no canto esquerdo, e decretou o empate em 2 a 2.

Santos 2 x 3 G. Prudente : Com Keirrison ainda sem ritmo, o Peixe apostava no entrosamento de Neymar e Wesley. E, com eles, passou a dominar a partida gradativamente. Até chegar ao primeiro gol, aos 19 minutos. Depois de boa jogada tramada pela dupla, Danilo cruzou e o camisa 9 aproveitou para fazer 1 a 0. Na comemoração, homenagem ao maior atleta da história do futebol. Alan Patrick, Zé Eduardo, Neymar e Keirrison formaram a quadra que deu um soco no ar para lembrar Pelé, que não esteve na Vila Belmiro.Aos 36, o Santos ampliou a conta. Alan Patrick cobrou falta, Zé Eduardo desviou e Durval completou para o fundo das redes de Giovani, que nada pôde fazer para evitar os 2 a 0.Logo no primeiro minuto, o camisa 11 zombou da defesa alvinegra e aproveitou uma falha de Léo para descontar. Depois, aos nove minutos, o empate em cobrança de pênalti de Gilmar. A infração foi marcada depois que Danilo errou um passe e obrigou Edu Dracena a apelar, fazendo falta em Wilian. Aos 17, o golpe final. O Prudente avançou em velocidade, Rhayner bate errado, mas Wesley conseguiu virar o jogo para 3 a 2. , o santos deu esse vacilo 1 dia depois do aniversário de seu maior idolo .

Equipe CartoBlog

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